No Brasil, desde a época colonial é possível identificar instituições da sociedade que prestam serviços considerados de proteção social. Naquele período, a Igreja Católica e suas Irmandades de Misericórdia criavam e mantinham hospitais e asilos destinados a atender e/ou a abrigar doentes, órfãos, idosos, viúvas, enfim, as pessoas que não tinham meios de se proteger e/ou se cuidar nas situações adversas. No Século XIX, outras instituições religiosas também começaram a prestar serviços de assistência, além de ocorrer a expansão de serviços educacionais.
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